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Greve dos servidores chega ao terceiro dia com atos em frente à Prefeitura de São José

Paralisação afeta UBSs, CAPS, policlínicas, assistência social e escolas municipais em diferentes regiões da cidade

São José, 07/05/2026 06h11 | Por: Redação
Reprodução/SJ Agora

Os servidores municipais de São José iniciam nesta quinta-feira (7), o terceiro dia de greve da categoria. A mobilização começa às 9h em frente à Prefeitura Municipal, onde trabalhadores da saúde, educação, assistência social e administração geral permanecem concentrados ao longo do dia. O movimento ocorre durante as negociações da data-base 2026 e cobra uma proposta concreta do Executivo.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José (Sintram/SJ), a categoria reivindica revisão salarial, reestruturação de carreiras, enquadramento de profissionais da educação especial no quadro do magistério e ampliação do quadro de servidores por meio de concursos públicos. Até o momento, não houve anúncio de acordo entre a prefeitura e os representantes dos trabalhadores.

Na tarde desta quarta-feira (6), os servidores realizaram uma caminhada pelas ruas centrais da cidade e seguiram até a Câmara de Vereadores. Já na Casa Legislativa, o vice-presidente da Câmara, Edilson Alzemiro Vieira, suspendeu o início da sessão, prevista para às 16h, para receber representantes do comando de greve. Durante a reunião, os trabalhadores apresentaram aos parlamentares as principais reivindicações da categoria e os motivos da paralisação. 

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De acordo com levantamento divulgado pelo Sintram/SJ, a paralisação afeta todas as 26 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município, além dos CAPS, policlínicas, Centro de Vigilância em Saúde (CVS), Centro de Assistência à Vida (CAV) e parte dos equipamentos da assistência social. As regiões de Areias, Campinas, Forquilhas, Forquilhinhas, Potecas, Real Parque e Serraria estão entre as mais impactadas pelos atendimentos reduzidos.

Na educação, unidades como CEI Bom Jesus de Iguape, CEI Manoel Cunha, CEI Nossa Senhora de Fátima, CEM Araucária, CEM Luar, CEM Santa Ana e EBM Albertina Krummel Maciel registram paralisação parcial ou total. O sindicato estima adesão de cerca de mil servidores ao movimento.

Até o momento, a Prefeitura de São José não anunciou oficialmente a abertura de uma nova rodada de negociação com a categoria. Entre as principais reivindicações apresentadas pelos servidores estão a revisão salarial dos técnicos e auxiliares de enfermagem, o enquadramento dos profissionais da educação especial no quadro do magistério, a isonomia nas carreiras do funcionalismo e a convocação dos concursos públicos vigentes.

O sindicato também cobra a abertura de novos concursos para áreas como Educação e Administração, além do preenchimento de cerca de 400 vagas consideradas deficitárias na saúde e assistência social. Segundo a categoria, a falta de profissionais tem impactado diretamente no atendimento à população e aumentado a sobrecarga de trabalho nas unidades públicas do município.

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