A (H3N2) já circula em 6 cidades do Estado, sem indícios de maior gravidade, mas atenção é reforçada para grupos vulneráveis
Divulgação A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) confirmou o primeiro caso do subclado K da influenza A (H3N2) em São José. A variação genética já é conhecida internacionalmente e não representa um vírus novo, mas o aumento de circulação em outros países e regiões do Brasil exige atenção das autoridades.
Os sintomas mais comuns observados incluem febre, tosse, dor de garganta, cansaço, dor de cabeça e dores musculares. Até o momento, não há evidências de que o subclado K cause quadros mais graves em comparação às demais cepas sazonais da influenza. Entretanto, grupos vulneráveis, como idosos, pessoas com comorbidades, crianças pequenas, gestantes e puérperas, devem redobrar os cuidados.
No Estado, os 17 casos identificados tiveram início dos sintomas entre novembro e dezembro de 2025. As cidades afetadas são: Florianópolis (11), Tubarão (2), Braço do Norte (1), Palhoça (1), São José (1) e São Ludgero (1). A infecção pode não ter ocorrido no município de residência dos pacientes, e todos os casos estão sendo investigados.
A SES/SC reforça os cuidados básicos: lavar as mãos com frequência, usar máscara ao apresentar sintomas, evitar ambientes fechados e com aglomeração, além de procurar atendimento médico em caso de suspeita da doença.
Vacina contra a gripe
A vacina contra a gripe segue sendo recomendada, pois protege contra o influenza A, incluindo o H3N2. Embora possa não impedir completamente a infecção pelo subclado K, o imunizante reduz o risco de quadros graves, hospitalizações e mortes. O tratamento com o antiviral oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu, continua eficaz contra a gripe K.
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