Cerca de 200 trabalhadores afirmam que verbas rescisórias não foram quitadas e buscam apoio do Sindicato dos Vigilantes
Reprodução/SJ Agora Ex-funcionários da empresa Minister, responsável pelos serviços de segurança no município até o fim de 2025, estiveram nesta segunda-feira (19) no Sindicato dos Vigilantes de São José (SINDVIG São José) para reivindicar o pagamento de verbas rescisórias que seguem em atraso.
De acordo com os trabalhadores, a empresa havia prometido efetuar os pagamentos no dia 16 de janeiro, mas depois informou que não teria recursos para quitar os valores devidos. Ao todo, cerca de 200 vigilantes tiveram seus contratos encerrados. Ainda de acordo com os vigilantes, a Prefeitura de São José estaria devendo cerca de R$ 6 milhões à empresa Minister, o que teria impedido o pagamento das rescisões aos trabalhadores.
O grupo relatou dificuldades financeiras imediatas, incluindo atrasos no pagamento de aluguel e despesas básicas, como alimentação. “Cumprimos nossas funções corretamente, sempre com respeito à empresa e à prefeitura. Agora queremos receber o que nos é devido”, afirmou um dos ex-funcionários.
Até o fechamento desta matéria, a empresa Minister não havia se pronunciado sobre a manifestação. A Prefeitura de São José, responsável pelo contrato de prestação de serviços, também não se manifestou.
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