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SAÚDE

São José registra aumento de casos de dengue em 2026; alerta segue em SC

Município contabiliza 10 casos confirmados neste ano; no estado, 185 dos 295 municípios estão infestados pelo Aedes aegypti

São José, 06/02/2026 15h33 | Atualizada em 06/02/2026 15h39 | Por: Redação
Divulgação

O mosquito Aedes aegypti segue como uma preocupação em Santa Catarina, com registros expressivos de dengue e chikungunya no início deste ano. O cenário epidemiológico reforça a importância da prevenção, do monitoramento constante e do engajamento da população no combate ao vetor, especialmente em períodos mais favoráveis à sua proliferação.

De 4 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026, foram contabilizados 5.702 focos do Aedes aegypti em 218 municípios. Dos 295 municípios catarinenses, 185 estão infestados pelo mosquito. Nesse período, ocorreram 5.476 notificações de dengue, das quais 2.097 foram consideradas casos prováveis. Três óbitos estão sendo investigados. Em São José, foram confirmados 10 casos de dengue, com 56 suspeitos e 66 prováveis.

O informe epidemiológico também aponta 78 notificações de chikungunya no estado, sendo 43 casos prováveis. Em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registrados 20 casos prováveis, o aumento é de 290%. Até o momento, nenhum óbito foi registrado por chikungunya. Em São José, foram registrados 2 casos suspeitos e 2 prováveis.

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A Secretaria de Estado da Saúde, em conjunto com as secretarias municipais, reforça que o envolvimento da população é decisivo para reduzir o risco de epidemias, lembrando medidas simples como eliminar água parada, limpar caixas d’água e utilizar telas de proteção.

A doença se manifesta com febre alta, dores intensas nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, cansaço extremo e manchas vermelhas na pele. Em casos graves, pode levar à internação e até ao óbito, principalmente entre idosos e pessoas com comorbidades.

“Precisamos manter os cuidados, principalmente nessa época do ano, quando ocorre o aumento das chuvas e das temperaturas, condições favoráveis para a reprodução do mosquito Aedes aegypti”, alerta João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).

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