As autoridades seguem investigando as circunstâncias das mortes e o possível envolvimento de facção
Divulgação Os quatro jovens que estavam desaparecidos desde a madrugada de domingo (28) em São José, Guilherme Macedo (20), Pedro Henrique Prado (19), Bruno Máximo da Silva (28) e Daniel Luiz da Silveira (28), foram encontrados mortos neste sábado (3) em uma área de mata na rua Fundos, em Biguaçu.
De acordo com informações confirmadas pela Polícia Militar de Santa Catarina, o local funcionava como "cemitério clandestino" utilizado pela facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense), e seria usado frequentemente para execuções e ocultação de cadáveres. A Polícia Científica foi acionada para a remoção dos corpos e realização da necropsia.
As autoridades seguem investigando as circunstâncias das mortes e o possível envolvimento da facção. A Polícia Civil mantém o caso em sigilo e solicita que qualquer informação que ajude nas investigações seja repassada pelos canais oficiais.
Famílias acompanham o caso
Os familiares dos jovens reforçam que eles não possuem antecedentes criminais e estavam em Santa Catarina exclusivamente para trabalhar. A família de Guilherme Macedo, de 20 anos, viajou até o estado para acompanhar de perto as investigações e organizou uma vaquinha online para custear despesas básicas durante a permanência.
No caso de Daniel Luiz da Silveira, o pai relatou que o jovem estava otimista com uma oportunidade de emprego e dizia que começaria a trabalhar nos dias seguintes à chegada. Desde então, não fez mais contato com a família.
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