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POLÍTICA

Vereador Cryslan de Morares protocola pedido de impeachment contra ministro Dias Toffoli

Parlamentar josefense esteve na capital federal para articular contatos políticos e formalizar a denúncia no Senado

São José, 13/02/2026 09h02 | Por: Redação
SJ Agora/Divulgação

O vereador de São José, Cryslan de Morares (NOVO), protocolou no Senado Federal um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli. A iniciativa ocorreu durante agenda em Brasília, onde o parlamentar cumpriu compromissos institucionais e manteve articulações políticas relacionadas ao tema.

O documento sustenta acusação de crime de responsabilidade e apresenta, conforme o autor, elementos ligados a investigações conduzidas pela Polícia Federal. Entre os pontos citados está um relatório pericial que analisou o celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Segundo a denúncia, mensagens encontradas no aparelho mencionariam o nome do ministro em meio a apurações que estão sob relatoria do próprio Toffoli, situação que, na avaliação do vereador, levanta possível conflito de interesses.

A denúncia também menciona um episódio ocorrido em novembro de 2025, quando o ministro viajou em aeronave particular acompanhado do advogado de executivos ligados ao mesmo banco. Para o parlamentar, o fato reforça questionamentos sobre a conduta do magistrado.

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Outro ponto destacado é a decisão do ministro de impor sigilo amplo ao processo logo após assumir o caso. De acordo com o documento, a medida teria restringido o acesso de órgãos como a Polícia Federal e o Banco Central a informações consideradas relevantes.

O vereador solicita que o Senado requeira à Polícia Federal o envio integral do laudo pericial citado. Caso o pedido seja aceito e um eventual processo de impeachment avance até condenação, a legislação prevê a perda do cargo e a inabilitação para exercer funções públicas por até oito anos.

Para parlamentar, os fatos formam um padrão incompatível com a magistratura. "Não se trata de erro judicial, mas de uma quebra de confiança e decoro que exige resposta institucional", finalizou.

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